Atividades História 9º anos Prof.: Estevão

 História - Prof. Estevão

 Atenção 
 (14 a 18 de dezembro) 

Produção textual para todas as turmas. Tema- Natal hoje

 
 (07 a 11 de dezembro) 
+ Semana dedicada a atualização de atividades. 
  - Entre em contato diretamente com os professores de cada disciplina para ter as orientações da semana. 



 (30 de novembro a 4 de dezembro) 
+ Atividade avaliativa.
Clique no link abaixo:



 Atividades 4ª Etapa 
 (23 a 27 de novembro)
Cap 12 - Brasil: uma experiência democrática (1945 a 1964)
Leitura das pag – 178 a 190
Atividade – Resumo do capítulo – 30 linhas

 Atividades 4ª Etapa 
 (16 a 20 de novembro) 
Cap 12 - Brasil: uma experiência democrática (1945 a 1964)
Leitura das pag – 178 a 190
Atividade – pag. 191. Questões 1,2 e pag. 192. 3,4




 (09 a 13 de novembro) 
Cap 11 - Nacionalismo africano e asiático
Leitura das pags – 164 a 173
Atividade – pag. 176. Questões 5,6 e pag. 177. a,b,c,d




 (02 a 06 de novembro) 
+ Cap 11 - Nacionalismo africano e asiático
- Leitura das pags – 164 a 173
- Atividade – pag. 174. Questões 1,2 e pag. 175. 3 e 4




 (26 a 30 de outubro) 
Atividade – Cap 10 – Revoluções socialistas: China e Cuba Leitura das pags – 150 a 157
Atividade 01 – Para refletir: pag.160 – a,b,c,d
Atividade 02 – Produza um texto sobre o bloqueio econômico americano impostos a Cuba em 1962. 25 linhas3) a,b,c,d,e




 4ª Semana (19 a 23 de outubro) 
Fontes Históricas e Fake

News

Nesse roteiro de estudos pesquisaremos o significado de Fontes Históricas e Fake News.
Vamos entender como o estudo de história pode nos auxiliar no dia a dia, aprendendo maneiras de
identificar notícias falsas. Assista ao vídeo abaixo:

Após assistir ao vídeo, leia o texto abaixo:
Fake News são notícias falsas publicadas por veículos de comunicação como se fossem informações reais. Esse tipo de texto, em sua maior parte, é feito e divulgado com o objetivo de legitimar um ponto de vista ou prejudicar uma pessoa ou grupo (geralmente figuras públicas).
As Fake News têm um grande poder viral, isto é, espalham-se rapidamente. As informações falsas apelam para o emocional do leitor/espectador, fazendo com que as pessoas consumam o material “noticioso” sem confirmar se é verdade seu conteúdo. O poder de persuasão das Fake News é maior em populações com menor escolaridade e que dependem das redes sociais para obter informações. No entanto, as notícias falsas também podem alcançar pessoas com mais estudo, já que o conteúdo está comumente ligado ao viés político.

Como surgiu o termo Fake News?
O termo Fake News ganhou força mundialmente em 2016, com a corrida presidencial dos Estados Unidos, época em que conteúdos falsos sobre a candidata Hillary Clinton foram compartilhados de
forma intensa pelos eleitores de Donald Trump. Leia também: Como são feitas as eleições presidenciais nos Estados Unidos?
Apesar do recente uso do termo Fake News, o conceito desse tipo de conteúdo falso vem de séculos passados e não há uma data oficial de origem. A palavra “fake” também é relativamente nova no vocabulário, como afirma o Dicionário Merriam-Webster. Até o século XIX, os países de língua inglesa utilizavam o termo “false news” para denominar os boatos de grande circulação. As Fakes News sempre estiveram presentes ao longo da história, o que mudou foi a nomenclatura, o meio utilizado para divulgação e o potencial de persuasão que o material falso adquiriu nos últimos anos.
Muito antes de o Jornalismo ser prejudicado pelas Fake News, escritores já propagavam falsas informações sobre seus desafetos por meio de comunicados e obras. Anos mais tarde, a propaganda
tornou-se o veículo utilizado para espalhar dados destorcidos para a população, o que ganhou força no século XX.

Como funcionam as Fake News?
A produção e veiculação de Fake News constituem um verdadeiro mercado, conforme mostra o especial do jornal Correio Braziliense (para ter acesso à matéria completa, clique aqui). Esse universo é alimentado por pessoas de grande influência, geralmente políticos em campanha eleitoral, que contratam equipes especializadas nesse tipo de conteúdo viral. Essas equipes podem ser compostas
por ex-jornalistas, publicitários, profissionais de marketing, profissionais da área de tecnologia e até mesmo policiais, que garantem a segurança da sede e dos equipamentos utilizados. Alguns produtores de Fake News compram ilegalmente os endereços de e-mail e números de telefone celular de milhões de pessoas para “disparar” o conteúdo falso. Existe a preferência por contatos de líderes religiosos ou de movimentos políticos, já que eles repassam aos seus seguidores e pedem que a informação (tida como verdadeira) seja compartilhada.
Veja também: Como as Fake News caem no Vestibular e Enem Nas redes sociais, são criados perfis falsos (com fotos, dados pessoais e publicações diárias) que começam a interagir com outras pessoas para dar veracidade. Depois, os perfis começam a espalhar notícias e vídeos de sites falsos e incentivam seus contatos a fazerem o mesmo.
Os sites que contêm as Fake News, em sua maioria, também são parte da estratégia das equipes especializadas nesse serviço. Os responsáveis pelas informações virais compram domínios de páginas e adotam uma identidade visual semelhante à do alvo (partido político, por exemplo), começam com publicações por vezes verdadeiras e, assim, atraem seu público. Com o ganho de relevância nos sites de busca, os produtores de Fake News passam a publicar informações falsas como se fossem reais. Os contratantes investem altos valores para que as notícias falsas sejam produzidas e veiculadas de forma sigilosa e sem deixar rastros para possíveis investigações. Existem gastos com alojamento temporário e com produtos como celulares pré-pagos e computadores, os quais são jogados fora após a produção das
notícias.

Questões (Copie as perguntas, responda:

1 – Segundo o vídeo, o que são as fontes históricas?
2 - Segundo o vídeo, o que são as fake news?
3 – Você já recebeu (viu) alguma fake news? Qual?
4 – Como fez para identificar (saber) que era uma fake news?
5 – Quais são as maneiras que o vídeo propõe para identificar as fake news?




 Atividade 3ª Etapa 
 3ª Semana (13 a 16 de outubro) 
Cap 10 - Revoluções socialistas: China e Cuba
Leitura das pags – 150 a 157
Atividade – Leitura e escrita em história - Vozes do presente - Itens a,b,c,d . Pag. 163



 2ª Semana (05 a 09 de outubro) 
Cap 9 A Guerra Fria
Leitura das pags - 135 a 146
Atividade pag. 147. Questões 1,2,3



 4ª Semana / 1ª semana  (28 de setembro a 02 de outubro) 
Cap 9 A Guerra Fria
Leitura das pags - 135 a 146
Atividade pag. 148. Questões 4 e 5. pag. 149. Vozes do Presente (a,b) e Integrando com a matemática (a,b,c)

 3ª Semana (21 a 25 de setembro) 
Fontes Históricas e Fake News

Nesse roteiro de estudos pesquisaremos o significado de Fontes Históricas e Fake News.
Vamos entender como o estudo de história pode nos auxiliar no dia a dia, aprendendo maneiras de
identificar notícias falsas. 
Assista ao vídeo abaixo:

Após assistir ao vídeo, leia o texto abaixo:

Fake News são notícias falsas publicadas por veículos de comunicação como se fossem informações reais. Esse tipo de texto, em sua maior parte, é feito e divulgado com o objetivo de legitimar um ponto de vista ou prejudicar uma pessoa ou grupo (geralmente figuras públicas). As Fake News têm um grande poder viral, isto é, espalham-se rapidamente. As informações falsas apelam para o emocional do
leitor/espectador, fazendo com que as pessoas consumam o material “noticioso” sem confirmar se é verdade seu conteúdo. O poder de persuasão das Fake News é maior em populações com menor escolaridade e que dependem das redes sociais para obter informações. No entanto, as notícias falsas também podem alcançar pessoas com mais estudo, já que o conteúdo está comumente ligado ao viés político.

Como surgiu o termo Fake News?
O termo Fake News ganhou força mundialmente em 2016, com a corrida presidencial dos Estados Unidos, época em que conteúdos falsos sobre a candidata Hillary Clinton foram compartilhados de forma intensa pelos eleitores de Donald Trump.
Leia também: 
Como são feitas as eleições presidenciais nos Estados Unidos?
Apesar do recente uso do termo Fake News, o conceito desse tipo de conteúdo falso vem de séculos passados e não há uma data oficial de origem. A palavra “fake” também é relativamente nova no vocabulário, como afirma o Dicionário Merriam-Webster. Até o século XIX, os países de língua inglesa utilizavam o termo “false news” para denominar os boatos de grande circulação. As Fakes News sempre estiveram presentes ao longo da história, o que mudou foi a nomenclatura, o meio utilizado para divulgação e o potencial de persuasão que o material falso adquiriu nos últimos anos.
Muito antes de o Jornalismo ser prejudicado pelas Fake News, escritores já propagavam falsas informações sobre seus desafetos por meio de comunicados e obras. Anos mais tarde, a propaganda tornou-se o veículo utilizado para espalhar dados destorcidos para a população, o que ganhou força no século XX.

Como funcionam as Fake News?
A produção e veiculação de Fake News constituem um verdadeiro mercado, conforme mostra o especial do jornal Correio Braziliense (para ter acesso à matéria completa, clique aqui). Esse universo é
alimentado por pessoas de grande influência, geralmente políticos em campanha eleitoral, que contratam equipes especializadas nesse tipo de conteúdo viral. Essas equipes podem ser compostas
por ex-jornalistas, publicitários, profissionais de marketing, profissionais da área de tecnologia e até mesmo policiais, que garantem a segurança da sede e dos equipamentos utilizados. Alguns produtores de Fake News compram ilegalmente os endereços de e-mail e números de telefone celular de milhões de pessoas para “disparar” o conteúdo falso. Existe a preferência por contatos de líderes religiosos ou de movimentos políticos, já que eles repassam aos seus seguidores e pedem que a informação (tida como verdadeira) seja compartilhada. Veja também: Como as Fake News caem no Vestibular e Enem
Nas redes sociais, são criados perfis falsos (com fotos, dados pessoais e publicações diárias) que começam a interagir com outras pessoas para dar veracidade. Depois, os perfis começam a espalhar notícias e vídeos de sites falsos e incentivam seus contatos a fazerem o mesmo. 
Os sites que contêm as Fake News, em sua maioria, também são parte da estratégia das equipes especializadas nesse serviço. Os responsáveis pelas informações virais compram domínios de
páginas e adotam uma identidade visual semelhante à do alvo (partido político, por exemplo), começam com publicações por vezes verdadeiras e, assim, atraem seu público. Com o ganho de relevância nos sites de busca, os produtores de Fake News passam a publicar informações falsas como se fossem reais.
Os contratantes investem altos valores para que as notícias falsas sejam produzidas e veiculadas de forma sigilosa e sem deixar rastros para possíveis investigações. Existem gastos com alojamento temporário e com produtos como celulares pré-pagos e computadores, os quais são jogados fora após a produção das notícias.

Questões (Copie as perguntas, responda:

1 – Segundo o vídeo, o que são as fontes históricas?
2 - Segundo o vídeo, o que são as fake news?
3 – Você já recebeu (viu) alguma fake news? Qual?
4 – Como fez para identificar (saber) que era uma fake news?
5 – Quais são as maneiras que o vídeo propõe para identificar as fake news?



2ª Semana (014 a 18 de setembro) 

O que é o Setembro Amarelo
Escrito por Ana LigiaEm 06/09/2016 (atualização: 20/09/2017)

Quem passa um bom tempo nas redes sociais já deve ter lido algo sobre o Setembro Amarelo e por falta de tempo ou mesmo de interesse não sabem do que trata e não entendem a importância
dessa campanha. O Setembro Amarelo é uma campanha que foi criada com o intuito de informar as pessoas sobre o suicídio, uma prática que normalmente é motivada pela depressão e que mesmo com tantos casos notórios, crescentes a cada ano, ainda existe uma expressiva barreira para falar sobre o problema.

História do Setembro Amarelo
A campanha teve início no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As primeiras atividades realizadas pelo Setembro Amarelo aconteceram na capital do país, Brasília; mas já no ano seguinte várias regiões de todo o país aderiram ao movimento e também participaram.

Foto: depositphotos
A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) estimula a divulgação da causa em todo o mundo no dia 10 de setembro, que é a data na qual é comemorada como o Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio.

PUBLICIDADE
Objetivos do Setembro Amarelo
O principal objetivo da campanha Setembro Amarelo é a conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e em todo o
mundo. Para o Setembro Amarelo, a melhor forma de se evitar um suicídio é através de diálogos e discussões que abordem o problema. Durante todo o mês de setembro, ações são realizadas a fim de
sensibilizar a população e os profissionais da área para os sintomas desse problema e para a saúde mental, fazendo-os entender que isso também é uma questão de saúde pública. Infelizmente para muitos, o suicídio ainda não é visto como um problema de saúde pública, mas sim uma espécie de fraqueza de conduta ou personalidade.

Dados sobre o suicídio
Segundo dados recolhidos em 2012 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos, sendo 75% desses indivíduos moradores de países de baixa e média renda. Estima-se que no mundo acontece um suicídio a cada 40 segundos. Atualmente, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos. Todos os dias, pelo menos 32 brasileiros tiram suas próprias vidas. Todos esses números poderiam ser evitados ou reduzidos quase que por inteiro se existissem políticas eficazes de prevenção do suicídio.

Divulgação da campanha Setembro Amarelo
Parecido com o que acontece com o Outubro Rosa e o Novembro Azul, durante o Setembro Amarelo, com o intuito de divulgar a campanha, muitos pontos famosos das cidades ganham a cor queleva o nome através de luzes, como o Cristo Redentor, o Congresso Nacional, Palácio Campo das Princesas, entre outros. Além das ações feitas em monumentos famosos, também são realizadas caminhadas, passeios ciclísticos e motociclísticos; além de abordagens em locais públicos, onde voluntários distribuem folhetos e falam sobre a importância da prevenção ao suicídio.

Foto: Reprodução/Setembro Amarelo

Foto: Reprodução/Setembro Amarelo
 
Como apoiar quem sofre ou como buscar ajuda?
O Centro de Valorização da Vida (CVV), é uma organização não governamental fundada em 1 de março de 1962 que busca valorizar a vida e prevenir o suicídio através de apoio emocional, atendendo de maneira voluntária e gratuita, qualquer pessoa que precise conversar sobre como se sente, sob total sigilo. As conversas podem ser feitas através de telefone, e-mail, chat online e voip via Skype. Esse serviço está disponível 24 horas por dia durante toda a semana. Todas as opções citadas podem ser
acessadas clicando nesse link. O CVV também pode ajudar através de seus postos físicos que podem ser mapeados através do seu site, a fim de que você possa encontrar o mais próximo de onde mora. O site do CVV também dispõe de vários textos importantes para quem convive com uma pessoa com depressão ou outros problemas que podem levar ao suicídio e desejam ajudá-la. Acesse os textos clicando aqui.

Importância do Setembro Amarelo
Muitas vezes a discussão sobre o tema é deixada para “depois”, como se existisse uma espécie de tabu sobre o assunto. É ignorada pela maioria das pessoas a dimensão do problema e a quantidade de pessoas que ele atinge. Infelizmente, tirar a própria vida tem se tornado um mal cada vez mais comum e os dados da OMS citados acima provam que a depressão, assim como os demais problemas que incitam o suicídio são sim um problema de saúde pública. A campanha Setembro Amarelo possui um site onde é possível não só aprender e entender melhor a importância de lutar contra esse problema, como é possível ajudar de várias maneiras a divulgar a ideia e ajudar o próximo.

Atividade
Após a leitura do texto - Produza um texto sobre a importância da Campanha Setembro
Amarelo na prevenção do suicídio. 25 linhas

 


 1ª Semana (08 a 11 de setembro) 
Setembro Amarelo

A campanha Setembro Amarelo surgiu com o intuito de mudar esse cenário, isto é, de conscientizar a população acerca da importância de falar sobre o tema. Confira como abordar o assunto na escola.

Falar sobre suicídio é um tabu em nossa sociedade. O conteúdo delicado e complexo da conversa faz prevalecer a ideia de que “é melhor não tocar no assunto”. A campanha Setembro Amarelo surgiu com o intuito de mudar esse cenário, isto é, de conscientizar a população acerca da importância de falar sobre o tema. No Brasil, a faixa etária mais preocupante engloba jovens entre 15 e 25 anos, por isso sugere-se que a prevenção comece ainda na infância. Nesse sentido, a escola tem uma significativa
parcela de responsabilidade nesse processo.

Mas como o suicídio pode ser abordado dentro da escola? Como os educadores e a comunidade escolar podem atuar para prevenir e lidar com uma questão tão séria? É o que vamos abordar neste artigo. Continue a leitura!

O que é o Setembro Amarelo?

A campanha Setembro Amarelo foi criada em 2014 por uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV) — uma ONG voltada à prevenção e apoio emocional em relação ao suicídio — em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria.

Trata-se de uma expansão das ações do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, 10 de setembro. Assim, durante o mês de setembro, as entidades envolvidas incentivam e colaboram para que a conscientização sobre o tema seja propagada por escolas, governos, ONGs e empresas.

Dentre as ações comuns durante a campanha estão a realização de palestras, debates e atividades voltadas para a prevenção, além da circulação de cartazes, outdoors e materiais de divulgação digital.

Por que falar sobre suicídio na escola?

Na idade escolar, a percepção do suicídio como forma de findar o sofrimento pode estar atrelada a outras adversidades enfrentadas pelo jovem, seja dentro, seja fora da escola. Questões como  bullying  e  cyberbullying , depressão, relações familiares conturbadas, entre outras, podem estar na raiz do problema.

Vale lembrar que o trabalho de prevenção ao suicídio, especialmente em escolas e no ambiente familiar, é contínuo. Afinal, as questões que podem levar um jovem a um ponto extremo não surgem de um dia para o outro.

Assim, é interessante que a escola seja um ambiente de formação voltado também à Educação emocional. Dessa forma, o jovem pode aprender a redimensionar seus problemas, encarar as adversidades da vida e se abrir emocionalmente sem medo de ser julgado.

Como abordar o Setembro Amarelo na escola?

É importante que a abordagem do Setembro Amarelo na escola incentive a ausência de julgamentos. Os educadores podem criar situações que estimulem os estudantes a combater processos de estigma e discriminação relacionados ao assunto. Nesse sentido, cabe priorizar o diálogo e mostrar que a solução não está em ignorar os momentos difíceis.

Confira algumas ideias de como promover o Setembro Amarelo na escola:

Atividades

Aqui, a dica é incentivar a convívio amistoso e prazeroso entre alunos, professores, famílias e funcionários. Uma proposta bacana é realizar caminhadas ou passeios ciclísticos em parques da cidade, de modo a estimular a interação dos alunos entre si, promover a convivência da comunidade escolar em eventos que favorecem a qualidade de vida e o bem-estar. 

Palestras

Uma boa maneira de tocar no assunto é por meio de palestras com profissionais da Psicologia ou pessoas que trabalham na prevenção do suicídio, como voluntários do próprio CVV ou de outra entidade atuante na região.

É pertinente que o palestrante exponha os fatores de risco e ensine os jovens a identificá-los, além de mostrar possíveis soluções, como: terapia, exercícios físicos, medicamentos apropriados (como em alguns casos de depressão), mudanças nos hábitos alimentares, entre outras.

Rodas de conversa e debates

Essas atividades podem dar maior oportunidade de diálogo para os jovens dizerem o que pensam sobre o tema, discutirem suas ideias e tirarem dúvidas. É interessante que eles sejam mediados por alguém experiente, pois esses momentos podem configurar boas chances de observação e identificação dos fatores de risco.

Nessas situações, é relevante criar um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos para que sentimentos como intimidação, indiferença e insegurança sejam temas abordados com tranquilidade e trabalhados de maneira produtiva. Uma ideia é utilizar exemplos da cultura pop como aliados para iniciar o debate, como a série 13 Reasons Why (Os 13 Porquês).

Cartazes
A fixação de cartazes pela escola também pode ser um bom ponto de partida para atrair a atenção dos jovens para o assunto. Uma sugestão é que os próprios alunos confeccionem esses materiais, como uma atividade extracurricular. Com esse incentivo dos educadores, eles vão poder pesquisar e debater o tema de forma criativa.

Vale destacar que o próprio CVV se coloca à disposição para realizar palestras, debates e rodas de conversa durante todo o ano, além de disponibilizar cartazes e cartilhas que podem ser baixados no site do Setembro Amarelo. Como notar os fatores de risco nos alunos?

Conhecer os fatores de risco e desconstruir os mitos que envolvem o comportamento são medidas primordiais para a prevenção do suicídio. Quem precisa de ajuda pode dar alguns sinais, como:
 abandonar amizades e atividades sociais;
 perder interesse por atividades que antes traziam prazer;
 não se importar com responsabilidades diárias, como os estudos;
 demonstrar desequilíbrio emocional, como agitação, irritabilidade ou agressividade;
 consumir álcool e outras drogas em excesso;
 falar constantemente sobre a morte;
 aparentar ter um plano de suicídio estruturado.
Também é pertinente prestar atenção à comunicação não verbal do jovem, como o olhar, a
postura e os gestos.
Cabe ressaltar que não existe uma “receita” para detectar uma crise suicida nos estudantes da
sua escola ou em alguém do seu convívio. No entanto, esses sinais de alerta, principalmente
quando manifestados em conjunto, podem ser uma forte indicação de que a pessoa precisa de
assistência.

Como ajudar

Ao perceber os fatores de risco, tente estabelecer uma relação de confiança, buscando ouvir a
pessoa sem expressar julgamentos ou opiniões. Demonstre interesse em ajudar e permita que
ela relate seus sentimentos. Em casos mais graves, é importante não deixar a pessoa sozinha,
contatar seus familiares e amigos e encorajá-la a buscar ajuda profissional.

Abordar a questão do suicídio na escola é uma tarefa delicada, porém, de grande relevância.
Campanhas como o Setembro Amarelo são boas oportunidades de iniciar ou intensificar os
esforços da instituição em promover a conscientização de toda a comunidade escolar a
respeito da seriedade do assunto e, claro, colaborar para prevenir o ato.

Após a leitura do texto, responda:
1) Quais fatores de risco apresentam as pessoas que pensam em suicídio?
2) O que é o Setembro Amarelo?
3) Por que falar de suicídio na escola?
4) Como pedir ajuda ou ajudar os jovens que pensam em suicídio?
5) Fale da sua opinião sobre o tema.



 Atividades 2ª Etapa encerradas 
 5ª Semana de julho (27 a 31) 

- Bom dia!
  Estamos em nossa última semana de atividade remotas antes de nossas férias. Sendo assim, nesta semana não teremos novas atividades. Reserve esta semana para colocar suas atividades em dia. Entre em contato com seus professores em nosso grupo de whatsapp.

  Bons estudos e boas férias.


 4ª Semana de julho (20 a 24) 
Segunda Guerra Mundial
Atividade do livro – 9 anos

Retomando –Vozes do Passado - pag 133 - (a,b,c,d)

 3ª Semana de julho (13 a 17)
Segunda Guerra Mundial
Atividade do livro – 9 anos
Retomando – pag 134 - (a,b,c,d,e)


 2ª Semana de julho (06 a 10)
+ Segunda Guerra Mundial
- Atividade do livro – 9 anos
  Retomando – pag 131 e 132 – Questões (1,2, 3, 4 e 5).



 5ª semana de junho/ 1ª de julho (29/06 a 03/07)
+ Semana de revisão.

  - Aprovei esta semana para revisar as atividades  e colocar em dia alguma que esteja pendente.


 4ª Semana de Junho (22 a 26) 
Cap 5. A Primeira Guerra Mundial
Atividade - pág – (90 e 91) 
– Questões (1, 2,3 e 4). 

 3ª semana de junho (15 a 19)
+ Cap. 7 A Grande Depressão, o fascismo e o nazismo.
- Faça a leitura das páginas 110 a 116 e em seguida uma produção textual, apresentando as diferenças e semelhanças entre o nazismo e o fascismo.


 2ª Semana (08 a 12 de junho) 
Acesse os links:
  https://exame.com/mundo/pandemia-de-coronavirus-e-maior-desafio-desde-a-2a-guerra-mundial-diz-onu/

- Com base nos textos responda às seguintes questões:
1) Qual a origem do nome gripe espanhola de 1918 e do coronavírus em 2020 ?
2) Onde surgiu a gripe espanhola e o coronavírus ?
3) Fale sobre as onda de contágio da gripe espanhola e se é possível essa repetição no caso do coronavírus.

 1ª Semana (01 a 05 de junho) 
- Acesse o liink:
https://exame.com/mundo/pandemia-de-coronavirus-e-maior-desafio-desde-a-2a-guerra-mundial-diz-onu/

- Faça uma pesquisa comparando os desafios do mundo pós Segunda Guerra Mundial e pós a
pandemia do coronavírus.


 3ª Semana (18 a 22 de maio) 
+ Semana de revisão.
  - Aprovei esta semana para revisar as atividades  e colocar em dia alguma que esteja pendente.

 Atividades da 1ª Etapa encerrada

 2ª Semana (11 a 15 de maio) 
+ Cap. 6 - A Revolução Russa
- Leitura e escrita em História - Vozes do Presente - Leitura do texto - Justiça Russa reconhece Romanov como vítima de repressão política. Pad. 105 - Itens a,b e c.



Atividades de abril

 6ª Semana  (27 de abril a 01 de maio de 2020)
+ Pesquisa sobre a difusão do comunismo no Brasil, sua força no movimento operário e perseguição aos seus lideres.
- Leitura:
  http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01882008000200012

 5ª Semana  (20 a 24 de abril de 2020)
+ Assistir ao filme Shoulder Arms – Charles Chaplin: 
- Em seguida o aluno deverá produzir uma carta como se fosse um soldado durante a I Guerra Mundial.


+ Pesquisa sobre a participação das mulheres na I Guerra Mundial e sua emancipação no pós-guerra. 

 4ª Semana  (13a 17 de abril de 2020)
Pesquisa sobre a Revolta da Vacina, suas causas e consequências. 


Produção textual sobre uma comparação entre a gripe espanhola de 1918 e atual pandemia do coronavírus no Brasil e no Ceará. 25 linhas

 3ª Semana  (06 a 10 de abril de 2020)
Cap 2. Primeira República: dominação e resistência. 
 - Ler as pg. 39,40 e 41. 
 - Questões 1-5


Comentários